ONU escolhe obra de Eduardo Kobra para selo comemorativo dos 80 anos do ECOSOC
Foto Reprodução/ ONU A Organização das Nações Unidas (ONU) escolheu uma obra do artista visual brasileiro Eduardo Kobra para ilustrar o selo postal comemo...
Foto: Jefferson Peixoto / Secom PMS
O Brasil acaba de ganhar um reforço de peso na luta contra os efeitos das mudanças climáticas: um supercomputador meteorológico capaz de processar dados seis vezes mais rápido do que o sistema atual. Instalado no Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec/Inpe), em Cachoeira Paulista (SP), o equipamento deve entrar em operação em dezembro e promete um salto inédito na precisão das previsões.
Com investimento de R$ 200 milhões, o novo sistema será capaz de gerar previsões em minutos (antes, o processo levava até 3 horas); armazenar 24 vezes mais informações, permitindo modelos detalhados; indicar a hora e o minuto em que chuvas ou outros eventos extremos devem ocorrer; e atualizar cenários a cada 6 horas, quase em tempo real.
Até agora, o Brasil contava apenas com o Tupã, em operação desde 2010. O equipamento já não dava conta da demanda, e o próprio Inpe alertava para risco de “apagão meteorológico” desde 2021.
O novo supercomputador muda esse cenário. Ele processa dados de satélites, aviões, navios, balões e estações espalhadas pelo mundo, cruzando trilhões de cálculos por segundo. O resultado é uma previsão hiperlocal: será possível saber em qual bairro vai chover e a que hora.
De acordo com o G1, a expectativa é que a nova máquina fortaleça a emissão de alertas antecipados contra enchentes, deslizamentos, secas e ondas de calor, ajudando a proteger a população e setores estratégicos como a agricultura e a gestão de energia.
O desafio agora é sustentar essa infraestrutura. O supercomputador consome tanta energia que exigirá a implantação, a partir de 2026, de um centro de energia solar próprio para abastecê-lo. O custo de manutenção anual é estimado em R$ 6 milhões.
Com a nova tecnologia, o Brasil entra em um novo patamar de monitoramento climático — em um momento em que a previsão do tempo deixou de ser apenas questão de “sol ou chuva” e se tornou ferramenta de gestão de riscos e preservação de vidas.
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