Foto: Arquivo Pessoal
É a partir dessa premissa que Humberto Castro Lima, coordenador e professor da Escola Bahiana de Medicina, contribui para a matéria Rotas para o Futuro, ao refletir sobre os desafios da formação médica no Brasil e na Bahia. Para ele, o avanço tecnológico e científico não pode afastar o estudante da essência do cuidado humano.
Humberto alerta para os impactos emocionais da formação médica, marcada por alta carga horária, competitividade e pressão, e reforça a necessidade de preparar profissionais com equilíbrio emocional, empatia e senso de responsabilidade social. Em sua visão, formar médicos é formar pessoas capazes de ouvir, acolher e compreender o outro em sua totalidade.
Sua fala reforça a importância de uma formação humanizada, ética e conectada com a realidade social, especialmente em um cenário de expansão dos cursos de Medicina.
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