Últimas notícias

Volta às aulas: empresas adotam iniciativas para apoiar colaboradores na compra de materiais escolares

Volta às aulas: empresas adotam iniciativas para apoiar colaboradores na compra de materiais escolares
Ana Virgínia Vilalva

Ana Virgínia Vilalva

29/01/2026 11:30am

Foto: Acervo Pessoal

O início do ano costuma representar um desafio para o orçamento das famílias brasileiras. Além de despesas como impostos e mensalidades, janeiro também concentra a compra de materiais escolares — uma lista que inclui itens essenciais como cadernos, livros, mochilas e materiais de papelaria, frequentemente impactados pela alta de preços.

Nesse contexto, a compra coletiva de materiais escolares tem sido adotada por algumas empresas como alternativa para reduzir custos e facilitar o planejamento financeiro dos colaboradores. A estratégia consiste em reunir demandas e negociar diretamente com fornecedores, buscando melhores condições de preço, pagamento e logística em comparação às compras individuais.

No Grupo Sabin, a iniciativa é realizada há mais de 17 anos. Segundo a diretora Administrativa e de Pessoas da instituição, Marly Vidal, a proposta busca simplificar um período que costuma concentrar decisões financeiras importantes para as famílias. De acordo com ela, a área de Gestão de Pessoas estabelece parcerias com papelarias e fornecedores, permitindo que colaboradores encaminhem listas de materiais para compra centralizada ou utilizem as condições negociadas diretamente nos estabelecimentos parceiros.

Entre as facilidades oferecidas está a possibilidade de parcelamento do valor total da compra, com desconto em folha, o que contribui para diluir o impacto financeiro típico do período.

Na Bahia, colaboradores das regionais de Salvador e Barreiras têm acesso aos descontos por meio de parcerias com papelarias locais. Para a enfermeira Vanessa Canário, mãe de uma criança em idade escolar, o benefício contribui para a organização do orçamento familiar, especialmente em um período de maior concentração de gastos.

Especialistas em gestão de pessoas avaliam que iniciativas desse tipo tendem a dialogar com estratégias mais amplas de bem-estar corporativo, ao considerar demandas que ultrapassam o ambiente de trabalho e impactam diretamente a rotina familiar dos colaboradores.