Sabin recebe homenagem do Martagão Gesteira por apoio à saúde infantil
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O jejum intermitente deixou de ser associado apenas ao emagrecimento e passou a fazer parte das conversas sobre saúde e fertilidade. A prática, que alterna períodos de alimentação e abstinência, provoca mudanças hormonais e metabólicas importantes — como melhora da sensibilidade à insulina e aumento do hormônio do crescimento — mas também pode elevar o cortisol, o hormônio do estresse. Segundo a médica Isa Rocha, da IVI Salvador, qualquer estratégia alimentar que impacte hormônios deve ser analisada com cautela quando há desejo de engravidar.
Nos homens, alguns estudos apontam possíveis benefícios, como melhora metabólica, aumento da testosterona e impacto positivo na qualidade do sêmen, principalmente quando o jejum vem acompanhado de mudanças no estilo de vida. Porém, jejuns prolongados podem ter efeito contrário e prejudicar a saúde reprodutiva.
Já nas mulheres, a resposta costuma ser mais sensível: restrições alimentares podem interferir na ovulação, causar irregularidade menstrual e alterar hormônios importantes para a fertilidade. Por isso, especialistas reforçam que a individualidade deve guiar qualquer decisão, com acompanhamento profissional e, quando necessário, suporte da medicina reprodutiva — área em que o IVI-RMANJ atua globalmente com investigação e tratamentos personalizados.
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