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Criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas (ONU), o Dia Mundial de Combate à Aids, celebrado nesta segunda-feira (1º), marca um momento de reflexão global sobre os avanços e os desafios no enfrentamento ao HIV. A data reforça o compromisso coletivo com a prevenção, o diagnóstico precoce e a garantia de políticas públicas que assegurem qualidade de vida às pessoas que vivem com o vírus.
Nas últimas décadas, progressos científicos e acesso ampliado a medicamentos antirretrovirais transformaram a Aids de uma condição associada à alta mortalidade em uma doença crônica, permitindo que milhões sigam suas rotinas com segurança e saúde. Ainda assim, especialistas alertam para barreiras persistentes, como o estigma, a desinformação e a necessidade de ampliar a testagem e a cobertura de profilaxias — entre elas a PrEP e a PEP.
A campanha também convida à mobilização social, destacando que o enfrentamento à Aids passa pela conscientização contínua, pela inclusão e pelo respeito às diversidades. O compromisso com a prevenção e com o cuidado humanizado segue como eixo fundamental para que o mundo avance rumo a uma sociedade livre do preconceito e com transmissão cada vez menor do HIV.