La Grande Dame Rosé 2018 celebra a história do champagne rosé de assemblage
Nova safra da cuvée presta homenagem à técnica criada em 1818 e utiliza vinho tinto da histórica parcela Clos Colin, em Bouzy.
Foto: Divulgação
Uma inovação criada em 1818 volta ao centro da narrativa da Veuve Clicquot com a chegada da La Grande Dame Rosé 2018. A 11ª edição da cuvée recupera a história de Madame Clicquot, responsável pelo primeiro champagne rosé de assemblage conhecido, e apresenta uma nova interpretação da Pinot Noir, variedade que ocupa papel central na identidade da Maison francesa.
A técnica surgiu quando Madame Clicquot acrescentou vinhos tintos selecionados de Bouzy, vilarejo Grand Cru da região de Champagne, ao vinho branco da casa. Dois séculos depois, o vínculo com esse território permanece na composição da nova safra. O assemblage reúne 90% de Pinot Noir e 10% de Chardonnay e inclui 13% de vinho tinto elaborado com uvas do Clos Colin, parcela adquirida pela Maison em 1741 e ampliada para 1,3 hectare sob a orientação da empresária. Os dados técnicos foram divulgados pela Veuve Clicquot.
Produzida após um inverno chuvoso e um verão longo e quente, a safra revela aromas de cereja, framboesa, groselha, flores e especiarias. No paladar, aparecem frutas vermelhas, notas cítricas e ervas aromáticas, acompanhadas por estrutura, frescor e textura aveludada. Didier Mariotti, chef de cave da Maison, define o rótulo como uma expressão da elegância e da complexidade associadas à proposta “L’Art du Pinot Noir”.
A experiência se estende à Gastronomia do Jardim, projeto que reúne chefs internacionais em torno de harmonizações elaboradas com ingredientes sazonais. No Jardim de Verzy, em Champagne, mais de 300 variedades de frutas, verduras, legumes e ervas são cultivadas com técnicas de permacultura. A apresentação da La Grande Dame Rosé 2018 inclui um estojo feito com papel 100% reciclado e transportado exclusivamente por vias terrestre e marítima, além de uma fita que pode receber nome ou mensagem personalizada.