Mega‑Sena acumula e prêmio principal salta para R$ 27 milhões
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Foto: Sidney Haack
A instabilidade econômica, a alta competitividade e a velocidade das transformações no mercado têm ampliado a atenção das empresas para a importância da governança corporativa como ferramenta de sustentabilidade dos negócios. Especialistas reforçam que o modelo não deve ser restrito a grandes corporações: pequenas e médias empresas também podem — e devem — adotar práticas que fortaleçam suas estruturas de gestão.
Segundo o advogado Ruy Andrade, especialista em Direito dos Negócios, a governança corporativa envolve princípios, regras e processos voltados para orientar e monitorar a atuação das organizações com foco na geração de valor sustentável para sócios, sociedade e demais partes interessadas. Os pilares do modelo — integridade, transparência, equidade, responsabilização e sustentabilidade — são apontados pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) como fundamentais para uma gestão ética e eficiente.
A ausência dessas práticas, no entanto, pode gerar riscos significativos. Centralização de decisões, falta de processos definidos, inexistência de prestação de contas, ausência de auditorias internas e conflitos societários sem mediação configuram sinais de alerta que fragilizam a administração e aumentam a probabilidade de falência, especialmente em períodos de crise.
Andrade destaca que a implementação de governança é viável para negócios de todos os portes. Conselhos consultivos, definição de papéis e responsabilidades, indicadores de desempenho e auditorias periódicas estão entre as medidas que contribuem para a melhoria da gestão e para o alinhamento estratégico. Um plano sucessório estruturado também é considerado essencial para garantir continuidade e estabilidade organizacional.
Empresas que adotam governança corporativa conseguem enfrentar cenários desafiadores com maior resiliência e credibilidade, além de ampliar possibilidades de acesso a crédito, atrair investidores, qualificar a imagem institucional e ganhar competitividade em processos de fusões, aquisições ou abertura de capital.
Para organizações que buscam iniciar esse processo, o advogado recomenda incorporar a governança à cultura interna e investir em capacitação. O IBGC oferece conteúdos e treinamentos voltados tanto para empresas familiares quanto para pequenos negócios, apoiando a disseminação de boas práticas de gestão no ambiente corporativo.
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