A conta que fecha no momento errado
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Mais que uma data no calendário, o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência carrega história, simbolismo e um chamado à transformação
Fotos: Shutterstock
O Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, não é um enfeite institucional. É um grito histórico. Criado por movimentos sociais ainda na década de 1980 e oficializado em 2005, a data marca muito mais que uma conquista legislativa — ela representa uma causa viva que exige atenção diária: a inclusão como direito e não como exceção.
A escolha do 21 de setembro coincide com o início da primavera. Um gesto simbólico que aponta para o florescimento, a renovação e a esperança de tempos mais inclusivos. Mas a realidade concreta ainda carrega espinhos. Pessoas com deficiência enfrentam diariamente obstáculos invisíveis para muitos, mas intransponíveis para quem vive a exclusão. E não se trata apenas de calçadas irregulares ou ônibus sem acessibilidade. O preconceito estrutural — o capacitismo — ainda é uma das barreiras mais altas a serem vencidas.
O Brasil tem avanços no papel: leis de cotas, a LBI, políticas de acessibilidade. Mas no cotidiano, a exclusão persiste, travestida de descaso, falta de investimento ou desconhecimento. A data de hoje precisa ser lembrada para provocar. Para incomodar. Para fazer com que escolas, empresas, universidades e governos entendam que a deficiência não está nas pessoas, mas no ambiente que as limita.
Que o 21 de setembro continue florescendo, não como um dia isolado de homenagens, mas como um compromisso permanente com um país mais acessível, mais justo e mais humano. Porque quando uma pessoa com deficiência tem liberdade para viver plenamente, toda a sociedade se torna mais forte.
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