No Dia da Mulher, uma reflexão sobre o protagonismo feminino no mundo do vinho
Por July Lopes Neste Dia Internacional da Mulher, me peguei refletindo sobre o papel feminino em diferentes universos culturais. Um deles, cada vez mais i...
Americo Neto, presidente da Associação Brasileira de Agências de Publicidade na Bahia
Em um período marcado por mudanças abruptas, incertezas e receio do futuro, é possível chegar a uma conclusão: o mercado publicitário baiano segue se adaptando e movimentando a economia do estado.
E essa percepção não é apenas minha, o Censo Agências, realizada com apoio da Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e Sinapro Bahia, apontou que para 52% das empresas de publicidade, o mercado em 2022 está parcialmente reaquecido após as duas primeiras ondas da pandemia de Covid-19. Já 34% do setor entende que o reaquecimento é total.
De janeiro a dezembro, foram R$ 295 milhões investidos em mídia pelas agências baianas, segundo levantamento do Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário. E esse investimento tem um efeito cascata, gerando empregos não apenas nas agências, mas também nos demais setores produtivos que vão além da indústria da comunicação.
De acordo com a Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), do Ministério da Economia, existem 196.310 pessoas empregadas diretamente no setor da publicidade no Brasil. A região Nordeste concentra 13,5% dos postos de trabalho.
Entre os empregos diretos no setor, o segmento das atividades de televisão aberta demonstrou ser o mais representativo, com cerca de um quarto do total de postos de trabalho. De forma indireta, são 239.060 pessoas empregadas no Brasil.
A publicidade impulsiona a atividade econômica e o consumo, beneficiando empresas as anunciantes, e também toda a sociedade que é impactada pelas campanhas. Mesmo a propaganda comercial pode ser canal para divulgar e consolidar bandeiras importantes para a sociedade.
É preciso ressaltar também o forte impacto para a sociedade ao apoiar a divulgação de informações relevantes aos consumidores, fomentando a liberdade de imprensa por meio da geração de receita para veículos de comunicação e o financiamento de eventos culturais e esportivos.
Em todo o país, os investimentos em compra de mídia seguiram uma tendência de crescimento. Com um desempenho sustentado entre os principais mercados, o país figura entre os que mais investem em publicidade no mundo: em 2019, o Brasil apareceu em 7º lugar no ranking global.
E entre 2001 e 2020, a taxa de crescimento anual composta dos investimentos em publicidade foi de 4,5% acima da inflação do período, segundo levantamento do Conselho Executivo das Normas-Padrão (CENP).
As transformações nas preferências dos consumidores continuarão ocorrendo, assim como nas estratégias de produção e entrega publicitária e nos controles aplicados à publicidade, por isso as empresas do setor devem continuar se adaptando e encontrando novas formas de comunicar as mensagens importantes para os clientes e para a sociedade baiana.
Por July Lopes Neste Dia Internacional da Mulher, me peguei refletindo sobre o papel feminino em diferentes universos culturais. Um deles, cada vez mais i...
Foto: Equipe Lila Moraes Lila Moraes organiza, no dia 11 de março, em São Paulo, uma experiência exclusiva para clientes da Bahia em parceria com a tradicional...
Foto: Fernanda Barros Ao longo desta semana o mundo da cadeia do cacau volta os olhos para os Países Baixos, no noroeste europeu, onde está sendo sediada na ...