Maria Eduarda Barreto celebra formatura em Direito com festa em Salvador
Foto: Divulgação Maria Eduarda Barreto celebrou a conclusão da graduação em Direito pela Universidade Católica do Salvador (UCSal) com uma festa no Cerimonial ...
Coluna Let's Go Spot
Há muitos anos, me recordo de ser uma das primeiras pessoas a gostar de falar e escrever a palavra “experienciar”. Lembro-me das vezes que reforcei o tom da minha voz nas aulas com alunos e em reuniões com clientes para falar “experienciar” em alto e bom tom!
“Experimentar experiências” sempre foi meu maior deleite... Promover boas experiências por meio das minhas estratégias é uma das minhas maiores satisfações profissionais. Não, não mudei de ideia. Apenas aprendi mais uma empolgante palavra para o meu vocabulário!
O verbo do momento é outro! O tal “novo normal” exige de nós, das marcas, dos consumidores e de toda a população do planeta Terra mais do que um novo verbo, trata-se de uma nova postura fundamental para a nossa sobrevivência: esperançar.
Sinceramente, não sei quem anda falando “esperançar” por aí. Mas posso afirmar que aprendi essa palavrinha poderosa com Alexandre Coimbra Amaral, que ganhou grande repercussão ao se tornar o “psicólogo do programa Encontro com Fátima Bernardes”. Alexandre lançou recentemente o livro “Cartas de um Terapeuta para seus Momentos de Crise”, no qual constam diversos capítulos com as mais diversificadas cartas. No capítulo 13, o título é “A esperança reaparece para relembrar que não é substantivo, e, sim, verbo” – essa parte é uma linda carta escrita pela Esperança, que deseja nos mostrar caminhos para esperançar!
"A palavra esperança realmente deixou de ser um substantivo e passou a ser incorporada à nossa vida como um verbo, uma ação."
(Diego Oliveira)
Pode parecer um devaneio humano, mas a palavra esperança realmente deixou de ser um substantivo e passou a ser incorporada à nossa vida como um verbo, uma ação. É uma presença que até pode se eternizar, especialmente nesta época de de início de ano, mas depende de cada um de nós colocar a esperança em movimento.
Tudo o que é estático tende a endurecer, envelhecer, ficar obsoleto. Grandes exemplos disso são a comunicação e a tecnologia. Amplas disciplinas e áreas de negócios que, caso não se modernizem nem se atualizem, deixam de ser úteis e utilizáveis.
A regra agora é mesmo se mexer, como os passos da dança, que pode ser conhecida ou desconhecida. A partir das primeiras notas musicais ou das primeiras letras da música, o corpo vai querendo se movimentar. Com gestos leves ou duros, nada fica parado. Esperançar é um pouco assim: cada um em seu ritmo, com o olhar voltado para aquilo que se deseja de melhor.
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