Foto: Acervo Pessoal
O ano de 2026 se inicia com um ambiente econômico e tributário mais exigente. As mudanças trazidas pela reforma tributária e pelas novas regras de tributação sobre rendimentos e distribuição de lucros elevam o nível de complexidade das decisões financeiras. Planejar passa a ser menos sobre rentabilidade isolada e mais sobre proteção, eficiência fiscal e sucessão patrimonial.
O primeiro pilar segue sendo a proteção financeira. Seguros de vida estruturados cumprem papel estratégico ao garantir liquidez imediata às famílias, especialmente em contextos sucessórios. Em um cenário de inventários longos e custosos, o seguro permite preservar ativos, evitar vendas forçadas e organizar a sucessão fora do processo judicial.
Os consórcios ganham destaque como instrumentos de planejamento patrimonial e disciplina financeira. Quando bem utilizados, permitem aquisição programada de imóveis ou ativos estratégicos, sem juros, favorecendo reorganizações patrimoniais e estruturas familiares voltadas à sucessão.
A previdência privada permanece relevante, sobretudo pelos benefícios sucessórios e pela lógica de acumulação de longo prazo. No entanto, diante das novas regras tributárias, ela deve ser integrada a outras soluções.
É nesse contexto que uma seleção qualificada de renda fixa com isenção tributária assume protagonismo. Ativos como LCIs, LCAs e debêntures incentivadas permitem elevar o retorno líquido e reduzir impacto fiscal.
Planejar financeiramente neste novo ciclo é, inevitavelmente, planejar a sucessão patrimonial. Antecipar decisões, revisar beneficiários e estruturar ativos evita conflitos, reduz custos e protege o legado.
Na Mérito Inteligência Financeira, entendemos que o novo ambiente tributário não elimina oportunidades — ele exige método, integração de instrumentos e visão de longo prazo.
• Seguro de vida: garante liquidez imediata aos herdeiros, fora do inventário.
• Renda fixa isenta: investimentos isentos podem gerar retorno líquido superior a aplicações tributadas.
• Consórcio: aquisição planejada de imóveis sem juros, organizando fluxo de caixa e sucessão.