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Mosaicos florestais, reservas de preservação e manejo responsável fortalecem conservação ambiental na Bahia
Foto: Acervo Bracell
A conservação das florestas nativas tem encontrado aliados importantes nas práticas sustentáveis adotadas pelo setor de celulose e papel, que desempenha papel relevante no equilíbrio ambiental da Bahia. Técnicas como os mosaicos florestais que intercalam áreas de eucalipto com corredores de vegetação nativa e a manutenção de reservas particulares de patrimônio natural (RPPNs) têm contribuído para proteger espécies da fauna e flora, além de preservar nascentes e cursos d’água essenciais.
Na região do Litoral Norte, por exemplo, a RPPN Lontra se destaca como uma das áreas de conservação mais importantes da Mata Atlântica, reunindo centenas de espécies e oferecendo serviços ecossistêmicos vitais, como regulação do clima e do ciclo das águas. Essas iniciativas se somam a projetos de manejo florestal sustentável, que conciliam produção e preservação, evitando práticas de desmatamento em áreas de plantio.
Outro destaque é o compromisso de equilibrar o cultivo de eucalipto com a conservação em igual proporção de áreas nativas. Essa estratégia já está presente em estados como Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, ampliando a proteção ambiental de forma contínua e em parceria com órgãos públicos e instituições de pesquisa.
Além da proteção da natureza, ações de educação ambiental também têm sido fundamentais. Em municípios do interior baiano, atividades em núcleos especializados e projetos comunitários estimulam o descarte correto de resíduos, práticas agrícolas mais sustentáveis e a conscientização de estudantes e famílias. O objetivo é reforçar o papel das comunidades como guardiãs da biodiversidade.
Esses esforços consolidam a importância de integrar tecnologia, pesquisa e responsabilidade social na preservação da Mata Atlântica, um dos biomas mais ameaçados do país, e mostram como o setor pode contribuir de forma efetiva para o futuro da conservação ambiental na Bahia.
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