TCE-BA inicia novo ciclo com posse da Mesa Diretora para o biênio 2026/2027
Fotos: Wuiga Rubini / GOVBA O Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE-BA) empossou, nesta terça-feira (6), a nova Mesa Diretora para o biênio 2026/2027. A s...
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O Brasil continua sendo o país das Marias, Josés, Silvas e Santos. O IBGE lançou nesta segunda-feira (4) a nova edição do estudo Nomes no Brasil, agora com dados atualizados do Censo Demográfico 2022 e uma novidade importante: a inclusão dos sobrenomes mais comuns da população.
Entre quase 130 mil nomes próprios registrados, Maria e José seguem no topo do ranking nacional, repetindo o resultado do Censo 2010. Já entre os sobrenomes, Silva lidera e aparece na identificação de 16,76% dos brasileiros. No total, o levantamento contabilizou mais de 200 mil sobrenomes em todo o país.
O novo site do projeto — Nomes no Brasil — permite pesquisar nomes e sobrenomes por gênero, década de nascimento e localidade (país, estado ou município). É possível visualizar a concentração geográfica de cada nome, sua frequência por década e até a idade mediana dos portadores, mostrando, por exemplo, como Osvaldo e Terezinha (62 e 66 anos) vêm sendo substituídos por nomes em alta como Gael e Helena (1 e 8 anos).
O levantamento também revela curiosidades regionais: em Morrinhos (CE) e Bela Cruz (CE), mais de 22% da população se chama Maria; em Santana do Acaraú (CE), uma em cada dez pessoas é Ana; e em Buriti dos Montes (PI), o nome Antonio representa mais de 10% dos moradores. Entre os sobrenomes, “Santos” é predominante em Sergipe (43,38%), enquanto “Silva” aparece em mais de um terço dos registros em Alagoas (35,75%) e Pernambuco (34,23%).
A edição 2022 traz ainda uma aba dedicada à Onomástica (estudo dos nomes próprios) e o inédito mapa interativo “Nomes no Mundo”, que mostra os nomes e sobrenomes mais comuns em diversos países e sua incidência no Brasil. É possível descobrir, por exemplo, que o sobrenome mais popular da China, Wang, é utilizado por 1.513 brasileiros, enquanto os nomes bolivianos Juan e Juana têm 67.908 e 3.113 registros no país.
Para garantir o sigilo estatístico, o IBGE oculta dados de nomes com menos de 20 registros e restringe a divulgação geográfica quando as ocorrências são inferiores a 15 por estado ou 10 por município.
Segundo Rodrigo Almeida Rego, gerente de Inovação e Desenvolvimento do IBGE e responsável pelo projeto, o interesse do público motivou a ampliação da pesquisa. “Agora que temos a real dimensão do grande interesse da sociedade por dados sobre nomes, quisemos não só atualizar o site com os dados do Censo mais recente, como acrescentar novas dimensões para se explorar”, explica.
O levantamento considera o nome e o sobrenome de cada morador informado no Censo de 2022, contabilizando variações de grafia (como Ana/Anna, Luís/Luiz, Ian/Yan) de forma independente.
Com o novo portal, o IBGE amplia o acesso a um dos retratos mais afetivos e culturais da população brasileira — mostrando, nome a nome, as marcas do tempo, da história e da diversidade do país.
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