Espetáculo musical que celebra o arrocha estreia nesta quinta (05) no Teatro Módulo
Foto: Caio Lírio O espetáculo “ARROCHA – aceita esse musical que dói menos” estreia nesta quinta-feira (05), às 20h, no Teatro Módulo, na Pituba, em ...
Foto: Tati Freitas
Como parte da programação da exposição “Mario Cravo Neto: Sob o Sol da Bahia”, a Caixa Cultural Salvador promove na próxima quinta-feira, dia 28, às 16h, uma roda de conversa gratuita sobre a vida e a obra do renomado artista baiano.
O bate-papo será conduzido pelo fotógrafo Christian Cravo, filho de Mario Cravo Neto e curador da mostra, e pelo artista visual, compositor e escritor Bené Fonteles. Para participar, não é necessário realizar inscrição prévia — basta comparecer ao local.
Bené Fonteles é reconhecido como pioneiro na abordagem que conecta arte e ecologia, sendo criador e coordenador do Movimento Artistas pela Natureza, desde os anos 1980. Já Christian Cravo tem trajetória consolidada no cenário internacional, com exposições em instituições como o Instituto Tomie Ohtake, Museu Afro Brasil, Museu Oscar Niemeyer e a galeria Throckmorton Fine Art (Nova York).
O evento integra um conjunto de ações realizadas pela Via Press, com patrocínio da CAIXA e do Governo Federal e apoio do Instituto Mario Cravo Neto.
Em cartaz até 2 de novembro, a mostra inédita “Mario Cravo Neto: Sob o Sol da Bahia” apresenta um recorte da fase experimental do artista, entre 1967 e 1975, marcada por intensa produção interrompida por um grave acidente que redefiniu sua trajetória.
Com entrada gratuita, a exposição reúne 40 fotografias em preto e branco e coloridas, além de objetos, vídeos, desenhos e aquarelas que retratam pescadores, estivadores, plantações de tabaco e representações afrodescendentes em Salvador e no Recôncavo Baiano.
O projeto expográfico é sensorial e integrado, articulando linguagens como pintura, escultura, land art, fotografia e cinema — dimensões que consolidam a interdisciplinaridade da obra de Cravo Neto. Entre os destaques, estão filmes em 8 mm que exploram corpo, dança e experiências pessoais, como “Gato Capoeira” (1975), “Lua e Sombra” (1975) e “Lua Diana” (1972).
Para Christian Cravo, “o maior legado de Mario Cravo Neto foi o de um artista que acreditou profundamente em sua vocação, mesmo em uma época em que linguagens como o cinema e a fotografia ainda não eram amplamente reconhecidas nas artes visuais”.
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