ChatGPT Health marca um novo capítulo na relação entre IA e saúde
Foto: Reprodução / OpenAI O lançamento do ChatGPT Health marca um novo estágio na relação entre tecnologia, saúde e consumo. Apresentada pela OpenAI, a ferrame...
Fotos: Divulgação
Um projeto desenvolvido na Bahia pode colocar o Brasil na vanguarda da mineração sustentável. Fruto da parceria entre o SENAI CIMATEC e a Mineradora Tabuleiro, foi criado um sistema protótipo de coleta passiva de nanopartículas voltado à detecção de elementos de terras raras — minérios estratégicos para a indústria de alta tecnologia. A nova tecnologia tem potencial para reduzir impactos ambientais e custos operacionais na prospecção mineral.
As terras raras compreendem 17 elementos químicos essenciais à fabricação de equipamentos como smartphones, turbinas eólicas e carros elétricos. Embora a China lidere a produção mundial, o Brasil figura entre os países com maior reserva desses minérios, sendo necessário intensificar estudos de prospecção para ampliar sua exploração de forma sustentável.
O novo sistema atua por meio da captação de geogases emitidos naturalmente pelo solo em áreas com potencial mineral. Quando plenamente desenvolvido, o método pode reduzir ou substituir sondagens convencionais — práticas que envolvem perfurações e geram impactos ambientais.
Os protótipos do coletor foram projetados pela equipe de Mineração e Desenvolvimento de Projetos Mecânicos do SENAI CIMATEC, com impressão em Manufatura Aditiva e instalação realizada na Fazenda Tabuleiro, no município de Novo Horizonte (BA). A coordenação técnica do projeto ficou a cargo da pesquisadora Dra. Lílian Guarieiro. Diferentes prazos de coleta foram avaliados para definir a eficiência do equipamento, e as amostras colhidas foram analisadas por meio de técnicas como a Microscopia Eletrônica de Transmissão.
Os resultados foram promissores: houve confirmação da presença de elementos de terras raras e de outros metais estratégicos, como cobre e tântalo, apontando para a viabilidade do método.
Para as próximas fases, estão previstas melhorias no design dos coletores, testes em diferentes épocas do ano e em maior escala, além da comparação dos dados com testemunhos de sondagem nos mesmos locais, com o objetivo de validar ainda mais a eficácia da tecnologia.
A iniciativa conta com o apoio da EMBRAPII e do SEBRAE, que atuam em parceria com o SENAI CIMATEC no fomento à inovação tecnológica e industrial no país.

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