Outono começa quente e com menos chuvas em Salvador
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Fotos: Divulgação / Ecoari
A startup baiana Ecoari tem ampliado sua presença em diferentes municípios do país e consolidado parcerias voltadas ao fortalecimento da cadeia de reciclagem. Além de Salvador, a iniciativa já atua ou está em fase de implantação em cidades como Camaçari e Itabuna, na Bahia, e Caieiras, no interior de São Paulo — sempre por meio de articulações com cooperativas locais e instituições de ensino. Entre elas, estão ações realizadas em parceria com o SESI e a Secretaria de Educação da Bahia, que envolvem estudantes em atividades de educação ambiental e coleta seletiva.
Fundada na Bahia e com atuação orientada por tecnologia, a Ecoari estrutura seu trabalho a partir de três frentes: incentivar o descarte adequado de resíduos, ampliar a inclusão produtiva de catadores e apoiar a economia circular por meio de dados que monitoram o fluxo dos materiais.
O funcionamento do modelo é simples: os usuários se cadastram em um aplicativo, separam embalagens recicláveis (exceto vidro) e entregam os materiais em Ecopontos ou Pontos de Entrega Voluntária. A partir daí, recebem pontos que podem ser convertidos em recompensas — mecanismo que varia conforme o município. Em Caieiras, por exemplo, a iniciativa inclui sorteios e ações comunitárias, estratégia que contribuiu para que a cidade ultrapassasse a marca de 50 toneladas de resíduos arrecadados em apenas dois meses.
A atuação da Ecoari também tem impacto na estruturação das cooperativas envolvidas, aumentando o volume de resíduos destinados à reciclagem e aprimorando a rastreabilidade do material coletado. Empresas e estabelecimentos comerciais podem participar como pontos de coleta ou apoiadores, contribuindo para políticas de gestão de resíduos e práticas ambientais.
A startup ganhou maior visibilidade após a participação no Carnaval de Salvador em 2025, quando realizou ações de coleta de recicláveis em áreas da festa. As operações são adaptadas à realidade de cada município e articuladas com organizações locais que já atuam na cadeia da reciclagem — como a Recicla Solar, parceira em Salvador.
Segundo a CEO Isadora Alencar, a expansão do modelo busca fortalecer práticas de descarte consciente e ampliar o alcance do tema junto à população. “A reciclagem é um movimento coletivo. Cada cidade tem suas estruturas e especificidades, e nossa atuação se baseia em parcerias com quem já faz parte dessa rede”, afirma.

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