Palacete Tirachapéu e Estação Rubi promovem projeto “Quintas Forrozeiras” em junho
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Foto: Fernando Gomes
Dez musicistas da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) se apresentam nesta quinta-feira (02/04), às 19h, no Goethe-Institut Salvador, no Corredor da Vitória, em Salvador, para a segunda edição do projeto “Ondinas”. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), com vendas pela Sympla.
O conjunto, formado exclusivamente por integrantes da OSBA, apresenta um programa que percorre diferentes períodos da música clássica, reunindo obras de Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig van Beethoven, Lili Boulanger, Vincent Persichetti e Astrid Spitznagel.
O concerto integra a Série Carybé, dedicada à música de câmara e a formações mais intimistas do repertório clássico. A primeira edição aconteceu em setembro de 2025, também no Goethe-Institut.
As musicistas que compõem o “Ondinas” são Andréa Bandeira (flauta), Ilza Cruz (fagote), Alana Rana (trompete), Isabela Rangel, Lírida Lima e Mariana Krewer (violinos), Laís Guimarães e Laura Jordão (violas), Tatiana Crilova (violoncelo) e Jéssica Albuquerque (contrabaixo).
Para as integrantes, a apresentação tem forte significado simbólico dentro da música clássica, ainda marcada pela baixa presença feminina em orquestras. A proposta do projeto é valorizar a pluralidade e destacar o protagonismo das mulheres no corpo artístico da OSBA.
A abertura será com a “Sinfonia Concertante em Mi Bemol Maior, K. 364”, de Mozart, em versão para sexteto de cordas. Em seguida, a “Serenata para Flauta, Violino e Viola em Ré Maior, Op. 25”, de Beethoven, promove o diálogo entre sopros e cordas.
O repertório avança para o século XX com “Noturno”, de Lili Boulanger, primeira mulher vencedora do Prix de Rome de composição, em adaptação de Elisa Rangel Hill. Depois, “The Hollow Men”, de Persichetti, destaca o trompete em uma peça intimista. A noite se encerra com o “Quarteto de Cordas”, de Astrid Spitznagel.
A Série Carybé homenageia o artista plástico Carybé e propõe concertos de música de câmara em formatos mais próximos do público.
Criada em 1982, a OSBA é um corpo artístico do Teatro Castro Alves, com gestão da Associação Amigos do Teatro Castro Alves e manutenção do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia.
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