Música

Benjaminn revisita clássico da MPB em novo vídeo

Benjaminn revisita clássico da MPB em novo vídeo
Ana Virgínia Vilalva

Ana Virgínia Vilalva

19/03/2026 8:50pm

Foto: Divulgação

O artista baiano Benjaminn apresenta ao público o videoclipe de “O Sal da Terra”, clássico da música popular brasileira que abre o álbum “leve”. Lançada originalmente em 1981, a canção ganha agora uma nova leitura audiovisual, sensível e contemporânea, reafirmando a força atemporal de sua mensagem e sua capacidade de dialogar com diferentes gerações.

Ao longo das décadas, “O Sal da Terra” se consolidou como uma das composições mais emblemáticas da música brasileira, sendo reinterpretada por diversos artistas e permanecendo viva no repertório nacional. Sua permanência está diretamente ligada à profundidade de sua temática, que propõe uma reflexão sobre humanidade, empatia e transformação social.

Em um cenário global ainda marcado por conflitos, opressões, guerras e desigualdades, a letra da canção segue atual e necessária. O “paraíso na Terra” idealizado por seus autores continua como um horizonte distante diante dos desafios coletivos relacionados à convivência, identidade e propósito. Ainda assim, a obra resiste como um chamado à consciência e ao amor — elementos que Benjaminn evidencia em sua interpretação, conectando passado e presente de forma honesta e emocional.

O novo videoclipe traduz essa proposta em imagens que evocam o desejo por um mundo mais justo, empático e humano. A narrativa visual acompanha a essência da canção e reforça a urgência de valores como paz, solidariedade e esperança, sintetizados nos versos: “Deixa nascer o Amor, deixa fluir o Amor, deixa crescer o Amor, deixa viver o Amor. A Paz na Terra.”

A produção audiovisual conta com assinatura da Universo Verde Digital, com roteiro e direção de Alex Souzan, direção de fotografia de William Biba, produção de Deraldo Portella e edição e cor também por Alex Souzan.

O lançamento já está disponível nas plataformas digitais e reafirma o compromisso artístico de Benjaminn com obras que dialogam com o presente sem abrir mão da poesia e da sensibilidade.