Chips nas mãos: A nova realidade da Suécia
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Foto: Reprodução / Majid Asgaripour/WANA (West Asia News Agency) via REUTERS
O ataque coordenado entre Estados Unidos e Israel contra o Irã provocou uma rápida escalada militar e ampliou o estado de alerta no Oriente Médio. Segundo agências internacionais, mísseis atingiram áreas próximas ao palácio presidencial e a instalações associadas ao líder supremo em Teerã, capital iraniana.
A agência estatal iraniana Fars informou que explosões também foram ouvidas nas cidades de Isfahan, Qom, Karaj e Kermanshah, em diferentes regiões do país. O espaço aéreo iraniano foi fechado logo após os primeiros registros de bombardeios. Ainda de acordo com veículos oficiais do Irã, 40 estudantes de uma escola de meninas no sul do país morreram durante os ataques — informação que ainda repercute internacionalmente.
O Exército israelense afirmou ter atingido “centenas de alvos militares iranianos”, incluindo lançadores de mísseis e estruturas estratégicas. A ofensiva, segundo autoridades envolvidas, teve como objetivo neutralizar ameaças consideradas iminentes.
Em resposta, o Irã lançou mísseis e drones contra o território israelense. Sirenes de alerta foram acionadas em diferentes cidades de Israel, enquanto sistemas de defesa aérea entraram em operação para interceptar os projéteis.
A instabilidade rapidamente ultrapassou as fronteiras dos dois países. Explosões foram registradas em nações da região que abrigam bases norte-americanas, como Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia e Emirados Árabes Unidos.
Em comunicado, os Emirados Árabes Unidos informaram ter interceptado vários mísseis iranianos e confirmaram a morte de uma pessoa na capital, Abu Dhabi. Testemunhas também relataram uma explosão em Dubai.
Esta é a segunda vez em menos de um ano que os Estados Unidos realizam ataques diretos contra o Irã. Em junho de 2025, forças norte-americanas bombardearam estruturas nucleares iranianas, em uma operação conduzida em apoio a Israel, que à época enfrentava confrontos diretos com Teerã.
O novo episódio eleva o risco de um conflito de maiores proporções e intensifica a preocupação da comunidade internacional diante do potencial impacto humanitário, político e econômico de uma escalada prolongada na região.
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