Chips nas mãos: A nova realidade da Suécia
Foto: Reprodução A Suécia se consolidou como o principal polo global na adoção de microchips subcutâneos, transformando o corpo humano na mais recente ferr...
Foto: Reprodução / Vogue
O Met Gala já tem data marcada: 4 de maio, em Nova York, no icônico Metropolitan Museum of Art, e a edição de 2026 chega com uma proposta ousada: transformar o tapete vermelho em uma verdadeira galeria viva.
Com o tema “Fashion Is Art”, inspirado na nova exposição do Costume Institute, a noite promete looks que vão além da estética: peças que contam histórias, provocam e se aproximam da arte em sua forma mais pura.
Sob o comando de Beyoncé, Nicole Kidman, Venus Williams e Anna Wintour, a expectativa é de produções marcantes, com volumes dramáticos, referências a movimentos artísticos e criações que transformam o corpo em expressão cultural.
Além do glamour, o evento é um dos maiores do mundo da moda e arrecada milhões para o instituto do museu, influenciando tendências globais e o comportamento da indústria.
E se tem histórico, tem referência: em 2018, o tema “Heavenly Bodies” virou um dos mais icônicos da história, reunindo moda e religião em looks memoráveis como o de Rihanna vestida como uma espécie de “papa fashion”, um momento que até hoje ecoa no imaginário do evento.
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