Isaac Edington lança livro em Salvador e propõe reflexão sobre cultura da reclamação
Foto: Acervo Pessoal O executivo e gestor público Isaac Edington lança em Salvador o livro “Já Deu, Né? – Pare de Reclamar e Reinvente Sua Vida”, obra que...
Foto: Reprodução Instagram Niède Guidon
A arqueóloga franco-brasileira Niède Guidon faleceu na madrugada desta quarta-feira, 4 de junho de 2025, aos 92 anos. Sua morte representa uma perda significativa para a ciência e a cultura brasileira.
Nascida em 12 de março de 1933, em Jaú (SP), filha de mãe brasileira e pai francês, Niède formou-se em História Natural pela Universidade de São Paulo (USP) em 1959. Posteriormente, especializou-se em arte rupestre na Universidade Paris-Sorbonne, onde também concluiu seu doutorado com uma tese sobre as pinturas rupestres do Piauí.
Guidon dedicou mais de quatro décadas à pesquisa arqueológica no Parque Nacional da Serra da Capivara, no Piauí, onde liderou escavações que transformaram o entendimento sobre a presença humana nas Américas. Ela identificou mais de 700 sítios pré-históricos na região, sendo 426 com pinturas rupestres, e encontrou evidências de ocupação humana que remontam a mais de 50 mil anos, desafiando teorias anteriores sobre o povoamento do continente.
Além de suas contribuições científicas, Niède foi responsável pela criação da Fundação Museu do Homem Americano (FUMDHAM) e pela implementação de infraestrutura turística e de pesquisa na região. Em 2024, recebeu o título de Doutora Honoris Causa da Universidade Federal do Piauí, reconhecendo seu trabalho pioneiro.
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