Curta-metragem retrata arte e vida de Tonho Matéria em celebração à capoeira
Foto divulgação O cantor, compositor e mestre de capoeira Tonho Matéria ganhou um registro especial de sua trajetória com o lançamento do ...
Foto: Agência Brasil
A escritora Ana Maria Gonçalves foi eleita, nesta quinta-feira (10), a primeira mulher negra a ocupar uma cadeira na Academia Brasileira de Letras (ABL), em um marco histórico para a instituição fundada em 1897. A autora do aclamado romance Um Defeito de Cor conquistou a cadeira de número 30, anteriormente ocupada por Nélida Piñon, também uma figura fundamental da literatura brasileira.
A eleição representa um avanço simbólico e estrutural na luta por diversidade e representatividade nas instâncias mais tradicionais da cultura nacional. Com uma trajetória marcada pelo ativismo, pela pesquisa histórica e pela escrita potente que dá voz à experiência negra no Brasil, Ana Maria Gonçalves torna-se um nome incontornável no processo de transformação da ABL.
Nascida em Ibiá (MG), Ana Maria Gonçalves é autora de romances, contos, peças de teatro e colaborações em jornais e revistas. Seu livro mais conhecido, Um Defeito de Cor, é considerado uma obra-prima da literatura contemporânea brasileira e será adaptado para uma série dirigida por Glória Pires.
Sua eleição para a ABL foi celebrada por escritores, intelectuais, artistas e movimentos sociais, que veem no momento um gesto importante de reparação histórica e valorização das múltiplas vozes que compõem a literatura brasileira.
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