Gastronomia

Hérika Skaff explica como salvar restaurantes do colapso financeiro

Hérika Skaff explica como salvar restaurantes do colapso financeiro
João Costa

João Costa

23/06/2026 3:30pm

Foto: Divulgação

Em pleno ano de 2026, a alta gastronomia brasileira vive uma revolução silenciosa liderada por Hérika Skaff, Chef Executiva, Consultora Gastronômica e sócia do prestigiado hub “Fábrica de Chefs". Sentar-se à mesa de um restaurante estrelado não é mais uma experiência de excessos, mas de precisão cirúrgica nos salões mais badalados do país. A era das porções menores e dos menus degustação ultra-focados em bem-estar e digestibilidade chegou para ficar, redefinindo completamente o comportamento de consumo no mercado de luxo. Mas por trás de cada prato minimalista e conceitual, existe um abismo financeiro que poucos donos de negócios sabem como calcular antes que a conta chegue no vermelho.

Essa nova dinâmica aponta para caminhos sem volta: pratos mais leves, foco em fibras e a urgência absoluta do desperdício zero. O reaproveitamento total de insumos, que antes parecia apenas um belo manifesto ecológico, tornou-se a estratégia central de sobrevivência em um mercado severamente pressionado pela inflação de alimentos no setor de serviços neste primeiro semestre. Contudo, transformar cascas, talos e porções reduzidas em margem de lucro real exige muito mais do que intuição culinária, uma vez que dados recentes de auditorias revelam que mais de 65% dos restaurantes operam com distorções severas no cálculo do CMV (Custo de Mercadoria Vendida) por falharem em precificar essa complexa engenharia de consumo. É exatamente nesse ponto de ruptura que a atuação de Hérika Skaff se torna indispensável para a sustentabilidade econômica do setor. Radicada em São Paulo, mas com raízes fincadas no polo gastronômico de Piracicaba, ela carrega a precisão técnica de quem entende que a cozinha é um templo de arte, mas a operação precisa rodar com o rigor de uma indústria de alta precisão. "O mercado cansou de negócios brilhantes que sangram no caixa porque o operacional se recusa a enxergar o desperdício invisível 

Em pleno ano de 2026, a alta gastronomia brasileira vive uma revolução silenciosa liderada por Hérika Skaff, Chef Executiva, Consultora Gastronômica e sócia do prestigiado hub “Fábrica de Chefs". Sentar-se à mesa de um restaurante estrelado não é mais uma experiência de excessos, mas de precisão cirúrgica nos salões mais badalados do país. A era das porções menores e dos menus degustação ultra-focados em bem-estar e digestibilidade chegou para ficar, redefinindo completamente o comportamento de consumo no mercado de luxo. Mas por trás de cada prato minimalista e conceitual, existe um abismo financeiro que poucos donos de negócios sabem como calcular antes que a conta chegue no vermelho. Essa nova dinâmica aponta para caminhos sem volta: pratos mais leves, foco em fibras e a urgência absoluta do desperdício zero. O reaproveitamento total de insumos, que antes parecia apenas um belo manifesto ecológico, tornou-se a estratégia central de sobrevivência em um mercado severamente pressionado pela inflação de alimentos no setor de serviços neste primeiro semestre. Contudo, transformar cascas, talos e porções reduzidas em margem de lucro real exige muito mais do que intuição culinária, uma vez que dados recentes de auditorias revelam que mais de 65% dos restaurantes operam com distorções severas no cálculo do CMV (Custo de Mercadoria Vendida) por falharem em precificar essa complexa engenharia de consumo.

É exatamente nesse ponto de ruptura que a atuação de Hérika Skaff se torna indispensável para a sustentabilidade econômica do setor. Radicada em São Paulo, mas com raízes fincadas no polo gastronômico de Piracicaba, ela carrega a precisão técnica de quem entende que a cozinha é um templo de arte, mas a operação precisa rodar com o rigor de uma indústria de alta precisão. "O mercado cansou de negócios brilhantes que sangram no caixa porque o operacional se recusa a enxergar o desperdício invisível  mostrando que a verdadeira sofisticação está na inteligência operacional. "A gastronomia moderna exige que sejamos guardiões do lucro real, transformando cada grama poupada em faturamento e longevidade para o negócio", conclui a consultora. Aqueles que insistirem em gerenciar suas cozinhas baseados no romantismo do passado perderão espaço para marcas que tratam a gestão e o compliance como prioridades estéticas, consolidando o legado de Hérika como a voz dessa nova e necessária ordem.