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O Norges Bank, o fundo soberano da Noruega amplamente considerado o maior do mundo, reduziu sua participação acionária na Smart Fit (SMFT3) para 4,99% em julho de 2026. A movimentação fez com que o fundo ficasse abaixo do patamar de 5%, perdendo o status regulatório de "participação relevante" e acendendo um sinal de alerta no mercado financeiro. Embora a instituição norueguesa tenha reforçado que a venda de 180 mil ações ordinárias teve objetivo exclusivo de investimento, sem intenção de interferir na gestão da companhia, o recuo chamou a atenção de analistas e investidores em um momento de questionamento sobre o teto de crescimento da rede de academias.
A decisão da gestora europeia joga luz sobre os desafios da Smart Fit na bolsa, cujos papéis acumulavam uma queda próxima de 29% no acumulado de 12 meses anteriores ao movimento. O mercado debate se o preço atual das ações já reflete os riscos de saturação e a forte concorrência com outras marcas do setor fitness, ou se o negócio ainda possui fôlego para novas quedas. Apesar do desinvestimento parcial da Noruega e do ceticismo de curto prazo de parte do mercado, grandes bancos como JPMorgan, Citi, BTG Pactual e Itaú BBA mantêm visões de longo prazo otimistas para a companhia, justificadas pelo rápido crescimento de produtos secundários e pela contínua eficiência operacional da rede.