Ivete Sangalo explica adiamento de show em São Paulo após fortes chuvas: “Segurança em primeiro lugar”
Apresentação prevista para este sábado (31), no Parque do Ibirapuera, foi transferida para 6 de março de 2027 após temporais comprometerem a montagem da estrutura.
Foto: Reprodução/Instagram @ivetesangalo
A cantora baiana Ivete Sangalo se pronunciou na noite desta quinta-feira (29) sobre o adiamento do show que realizaria no sábado (31), no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. A apresentação foi remarcada para 6 de março de 2027 após as fortes chuvas que atingiram a capital paulista prejudicarem a montagem da estrutura.
Em vídeos publicados nos stories do Instagram, a artista não escondeu a frustração com a mudança e contou que precisou de um tempo antes de conversar com os fãs. “Estou um pouquinho consternada ainda. Não consegui entrar antes por conta da minha tristeza e chateação. Esse show era tão esperado por vocês e por mim também”, afirmou Ivete.
Segundo Ivete, a equipe chegou a procurar alternativas para manter o espetáculo na data prevista, incluindo a possibilidade de transferi-lo para um ambiente fechado. A tentativa, porém, não avançou porque os espaços disponíveis não comportavam as dimensões da produção. “É um show muito grande, que leva muito tempo para ser produzido e montado.
As casas fechadas não comportam esse show. Eu poderia fazer em uma casa fechada, mas não estaria apresentando o show proposto”, explicou. Os problemas na montagem começaram no último fim de semana e, com a previsão de novos temporais, a segurança dos profissionais envolvidos e do público passou a orientar a decisão.
Apesar da decepção, a cantora afirmou estar convencida de que o adiamento foi a escolha mais responsável. “Eu prefiro ficar triste a partir de um movimento em prol da segurança do que chorar sobre a falta dela”, declarou a cantora.
Ivete também fez questão de esclarecer que o espetáculo não foi cancelado e que pretende apresentar a produção originalmente planejada na nova data. Ao agradecer a compreensão dos fãs, voltou a defender a prioridade dada à segurança, mesmo diante da tristeza provocada pela mudança.