Feira da Gestante Salvador abre o ano com edição especial no Shopping Bela Vista
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Foto: Isabelle do Vale
Em 2026, a Residência Vila Sul, iniciativa do Goethe-Institut Salvador, completa dez anos de atuação na cidade. Criado como um espaço voltado à pesquisa, ao intercâmbio e à experimentação artística, o programa se consolidou ao longo da última década como um ponto de encontro entre artistas locais, nacionais e internacionais, conectando Salvador a diferentes circuitos da produção contemporânea.
À frente da direção de operações da residência, Leonel Henckes reflete sobre o significado do aniversário de dez anos, comenta as diretrizes para o ano comemorativo e aponta caminhos para o fortalecimento do diálogo com artistas do chamado Sul Global.
2026 marca os dez anos da Residência Vila Sul. O que esse marco representa para a cena artística de Salvador?
Chegar a uma década de existência é um momento simbólico. A residência se estabeleceu como um espaço de encontro, pesquisa e experimentação, criando conexões entre artistas da Bahia, do Brasil e de outros países. Esse percurso confirma a continuidade do projeto e a relevância de um ambiente dedicado a trocas culturais mais profundas.
Quais são as expectativas para o ano de 2026?
A proposta é estruturar um ano que dialogue com essa trajetória. Estão previstas residências de artistas da Índia, além de participantes da América do Sul, América do Norte, Europa e África. O eixo conceitual será “Tecidos e Narrativas”, explorando tanto narrativas que se constroem coletivamente quanto materiais e práticas que carregam histórias. Também estão em andamento novas parcerias institucionais.
O intercâmbio internacional sempre foi um eixo central da residência. Como isso deve se refletir no ano comemorativo?
A ideia é ampliar esse intercâmbio, especialmente com artistas de países asiáticos que também fazem parte do Sul Global. A intenção é diversificar ainda mais as vozes e os processos em diálogo dentro da residência, reforçando Salvador como um espaço de circulação e reflexão artística em escala internacional.
Estão previstas ações específicas para marcar os dez anos de atividades?
As atividades ao longo de 2026 estarão atravessadas por esse marco. Entre as ações previstas estão o lançamento do podcast “Under the Mango Tree – talks from the Vila Sul” e encontros com artistas que já passaram pela residência, em cidades como Frankfurt — no contexto da cooperação com a KfW Stiftung — e Berlim, durante as celebrações dos 75 anos do Goethe-Institut. A proposta é revisitar a memória do projeto sem perder de vista os desdobramentos futuros.
Que legado a Residência Vila Sul construiu ao longo dessa década?
A Vila Sul se consolidou como uma plataforma de trocas e conexões, baseada em processos coletivos. O principal legado está na formação de redes duradouras, no desenvolvimento de práticas artísticas transformadoras e em uma programação que mantém diálogo constante com a cidade de Salvador.
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