Colunas

Academia Feirense de Letras celebra 50 anos com posse de novos acadêmicos e programação internacional

Com meio século de história, a entidade reforça sua atuação na valorização da literatura, da memória e das ciências humanas no interior da Bahia.

Academia Feirense de Letras celebra 50 anos com posse de novos acadêmicos e programação internacional
Marcelo Sampaio

Marcelo Sampaio

07/07/2026 5:05pm

Foto: Arquivo Pessoal

A Academia Feirense de Letras (AFL) segue as celebrações de seus 50 anos com uma programação voltada à valorização da produção intelectual e da literatura. Entre as atividades está a cerimônia de posse dos novos membros correspondentes, marcada para 10 de julho, reforçando o papel da instituição como referência cultural no interior da Bahia.

Um dos novos integrantes é o historiador, professor, escritor, produtor cultural e documentarista Ricardo Carvalho, cuja indicação foi aprovada por unanimidade. Mestre em Educação pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), ele reúne uma trajetória dedicada à pesquisa histórica, ao audiovisual, à literatura e a projetos culturais e educacionais voltados à preservação da memória e da identidade brasileira. Ao comentar o reconhecimento, afirmou receber a homenagem como um compromisso renovado com a difusão do conhecimento, da cultura, da literatura e da história.

As comemorações do cinquentenário também incluem o I Colóquio Internacional da Academia Feirense de Letras, que reunirá pesquisadores, escritores e professores para discutir o tema "A Humanidade frente às encruzilhadas: entre sombras e luzes, aonde vai? Até onde a levamos? O que podemos fazer?". O encontro propõe reflexões sobre democracia, intolerância, racismo, desigualdades sociais, educação e humanismo.

Presidida pelo professor João Batista de Cerqueira, a Academia Feirense de Letras amplia seu quadro de membros ao mesmo tempo em que fortalece iniciativas de alcance nacional e internacional. A programação reafirma a vocação da entidade para preservar a memória, incentivar a literatura e estimular o diálogo entre tradição, pensamento contemporâneo e produção científica.