Foto: Valter Pontes/ Coperphoto /Sistema FIEB
A Federação das Indústrias do Estado da Bahia (FIEB) e o Centro das Indústrias do Estado da Bahia empossaram, na noite de quinta-feira (9), suas novas diretorias para o quadriênio 2026–2030, em cerimônia realizada no auditório do SENAI Cimatec, em Salvador. O empresário Carlos Henrique de Oliveira Passos foi reconduzido à presidência das duas entidades.
A nova gestão terá como foco competitividade, inovação e sustentabilidade da indústria baiana, com agenda estruturada em eixos como melhoria do ambiente de negócios, educação alinhada às demandas industriais, fortalecimento do ecossistema de inovação e superação de gargalos logísticos e energéticos.
O evento reuniu autoridades e lideranças empresariais. O governador Jerônimo Rodrigues destacou a parceria histórica entre o governo estadual e a FIEB, ressaltando a importância da entidade em debates sobre energia, tarifas e industrialização.
O prefeito Bruno Reis enfatizou projetos conjuntos com o Sistema FIEB, como o Marias na Construção e iniciativas de transformação digital, citando o papel estratégico da federação para a reindustrialização da capital.
Já o presidente da Confederação Nacional da Indústria, Ricardo Alban, ressaltou a importância do diálogo institucional e do investimento em inovação para o futuro da indústria brasileira.
Em seu discurso, Carlos Henrique Passos destacou avanços desde 2023, incluindo a realização do INDEX, considerado o maior evento da indústria baiana, em parceria com o Sebrae; ampliação da atuação no interior, com novos centros de serviços tecnológicos do SENAI, como o de Feira de Santana; expansão da rede física do Sistema FIEB, com unidades em cidades como Candeias e Jequié e obras em Guanambi e Alagoinhas e fortalecimento de parcerias com universidades e projetos educacionais, como o Movimento Bahia pela Educação
Para o novo mandato, o presidente reforçou o compromisso com infraestrutura, qualificação profissional, sustentabilidade e desenvolvimento de cadeias produtivas, destacando a construção coletiva com sindicatos e lideranças empresariais como base da atuação até 2030.