The Latvian Talks com Fabi Maimone abre 2026 com o empresário Tiago Ferreira
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Foto: Divulgação / Assessoria
As incertezas provocadas por conflitos internacionais e pela tensão entre potências como Estados Unidos, Rússia e China têm gerado impactos significativos na economia brasileira, sobretudo nas decisões corporativas de médio e longo prazo. Em um ambiente de instabilidade geopolítica, muitas empresas nacionais e multinacionais instaladas no Brasil têm congelado investimentos e revisto planos de expansão, optando por postergar contratações e operar com estruturas mais enxutas.
Esse cenário de cautela tem alterado o perfil das movimentações no mercado executivo. Ao invés de acelerar novas contratações, as organizações estão reestruturando equipes e revendo funções, principalmente em cargos de alta gestão. A tendência é concentrar mais responsabilidades em líderes com visão sistêmica e capacidade de atuar em frentes integradas, buscando mais eficiência com menos recursos.
Para Maria Emilia Leme, especialista em recolocação de executivos e job hunter com atuação nacional, o primeiro semestre de 2025 começou aquecido, mas os últimos meses indicam uma virada no comportamento das empresas. “Tivemos um início de ano com um ritmo forte de contratações, mas o cenário externo impactou diretamente os rumos do mercado. Agora, as empresas estão mais seletivas, investindo apenas em posições estratégicas e com total foco na assertividade”, afirma.
Nesse contexto, os job hunters ganham protagonismo ao atuarem como consultores tanto para empresas quanto para profissionais em transição. “A contratação para cargos de liderança precisa ir além do currículo técnico. O alinhamento com a cultura da empresa, a inteligência emocional e a adaptabilidade diante de cenários complexos são critérios cada vez mais relevantes”, explica Maria Emilia.
Segundo ela, o mercado de recolocação executiva segue ativo, mas muito mais exigente. “Trata-se de um momento em que não se pode errar. Um líder mal posicionado pode comprometer toda uma estratégia. Por isso, o processo seletivo está mais longo, mais analítico e mais cuidadoso.”
A expectativa é que, mesmo diante do ritmo mais lento de contratações, a busca por líderes altamente capacitados mantenha aquecido o setor de recolocação no alto escalão, reforçando a importância de abordagens especializadas para garantir precisão nas escolhas.
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