Forbes inclui quatro baianas entre as 100 mulheres mais poderosas do agronegócio brasileiro em 2026
Representantes baianas atuam na produção de algodão, na pesquisa sobre cacau, no cooperativismo e na gestão de empreendimentos agrícolas.
Quatro baianas estão entre as 100 mulheres mais poderosas do agronegócio brasileiro em 2026, segundo levantamento da Forbes. A segunda edição da lista, divulgada em referência ao Dia Internacional da Mulher Rural, celebrado em 15 de outubro, reúne profissionais que ocupam posições de liderança na produção agrícola, na pesquisa científica e na gestão de negócios do setor.
Entre as representantes da Bahia estão Alessandra Zanotto Costa, Zene Vieira, Adriana Reis e Claudia Calmon de Sá.
Presidente da Associação Baiana dos Produtores de Algodão (Abapa), Alessandra Zanotto Costa atua no desenvolvimento da cotonicultura, especialmente no oeste do estado, com iniciativas voltadas à inovação, à qualificação profissional e à sustentabilidade.

Zene Vieira, que preside a Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê), tem sua trajetória ligada ao cooperativismo e à agricultura familiar, trabalhando para ampliar o acesso dos produtores a políticas públicas e oportunidades de desenvolvimento.

Na cadeia produtiva do cacau, Adriana Reis ocupa a gerência de qualidade do Centro de Inovação do Cacau (CIC) e coordena o painel técnico do Concurso Nacional de Cacau Especial, iniciativa que contribui para a presença do produto brasileiro no mercado internacional.

Claudia Calmon de Sá está à frente da Agrícola Cantagalo, responsável por 14 fazendas e aproximadamente 1.800 hectares de cultivo de cacau no sul da Bahia.

Sua gestão contempla investimentos em tecnologia, cacau fino e sistemas agroflorestais. A seleção da Forbes também inclui Carminha Gatto Missio, natural do Rio Grande do Sul e vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado da Bahia (Faeb).