Livro resgata memória das barracas que marcaram as festas de largo de Salvador
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Novo espaço no Caminho das Árvores aposta no “faça você mesmo” como ferramenta de bem-estar, criatividade e desenvolvimento pessoal
Foto Ascom/ Palácio Ateliê
Salvador ganha, no dia 23 de fevereiro de 2026, um novo endereço dedicado à criatividade, ao aprendizado e à conexão humana. Localizado na Alameda dos Sombreiros, no Caminho das Árvores, o Palácio Ateliê Cursos chega à capital baiana com uma proposta que vai além da oferta de cursos: criar um ambiente de acolhimento, troca e experiências reais em um mundo cada vez mais digital.
Idealizado pelo grupo fundado em 1993 por Jair e Izilda Spolador, o Palácio Ateliê nasce a partir de uma trajetória consolidada no fornecimento de insumos para perfumaria, cosméticos e artesanato, sempre guiado pelo conceito do “faça você mesmo”. Agora, a marca dá um novo passo ao unir materiais, conhecimento e vivências em um único espaço.
“O Palácio Ateliê nasce para ser um lugar de acolhimento, troca e realização pessoal e profissional. Aqui, cada aluno é protagonista do próprio processo criativo”, destaca Felipe Spolador, diretor do grupo e idealizador do projeto.
Um espaço pensado para criar com as próprias mãos
Com estrutura moderna e acolhedora, o Palácio Ateliê conta com cinco salas climatizadas, batizadas com nomes de flores e preparadas para diferentes técnicas artesanais. O espaço dispõe ainda de elevador e acessibilidade completa, garantindo conforto a alunos com mobilidade reduzida.
Atualmente, o ateliê reúne mais de 10 professoras especializadas e uma equipe responsável por todas as etapas dos cursos, desde a divulgação até o acompanhamento dos alunos. Logo na recepção, os visitantes são recebidos por uma exposição de peças feitas à mão pelas próprias artesãs da casa.
Os cursos abrangem áreas como perfumaria artesanal, sabonetes, velas, aromatizadores, costura, artesanato e armarinho, sempre valorizando o aprendizado prático e a autonomia criativa.
Conexão humana em tempos digitais
Segundo Felipe Spolador, o projeto surge como resposta a um desejo crescente por experiências presenciais, personalizadas e humanizadas.
“Hoje, mais do que nunca, as pessoas querem ser vistas, cuidadas e conectadas. Aqui, oferecemos personalização, atendimento humanizado e uma verdadeira troca entre alunos e professores”, afirma.
Mais do que ensinar técnicas, o Palácio Ateliê também cumpre um papel social e emocional. O espaço recebe alunos de todas as idades, inclusive pessoas que chegam por indicação terapêutica, utilizando a arte como ferramenta de cuidado, bem-estar e reconexão consigo mesmas.
“Temos muitos casos de alunos que encontraram no artesanato uma forma de superar momentos difíceis. A arte feita com as mãos transforma, conecta e cura”, finaliza o diretor.
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