Balé Teatro Castro Alves apresenta “VERIVÉRBIO” em semana final de temporada
Foto: Reprodução / Funceb O Balé Teatro Castro Alves (BTCA) celebra 45 anos de trajetória com o espetáculo “VERIVÉRBIO”, em cartaz no Goethe-Institut S...
Foto: Divulgação Goethe-Institut
O Teatro do Goethe-Institut Salvador-Bahia abre oficialmente sua programação cultural de 2026 com a estreia do espetáculo “Destinatário Desconhecido”, trabalho de pré-formatura em direção teatral de André Drean, estudante da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia (UFBA). A montagem entra em cartaz nos dias 29, 30 e 31 de janeiro e 4, 5, 6 e 7 de fevereiro, consolidando o terceiro ano consecutivo de parceria entre o Goethe-Institut Salvador-Bahia e a UFBA.
Duas vezes ao ano, o Goethe-Institut disponibiliza seu teatro para produções acadêmicas da Escola de Teatro da UFBA, possibilitando que estudantes ocupem um espaço profissional e apresentem seus trabalhos ao público. A iniciativa fortalece a formação artística, estimula o intercâmbio cultural e reafirma o Goethe-Institut como um dos polos ativos da cena cultural de Salvador.
Baseado no texto de Kathrine K. Taylor, com adaptação de Gil Vicente Tavares, o espetáculo narra a história de Martin Schulse e Max Eisenstein, amigos e sócios de uma galeria de arte nos Estados Unidos que passam a se comunicar por cartas após Martin retornar à Alemanha, na década de 1930. Com a ascensão do nazismo e de Adolf Hitler ao poder, o tom da correspondência se transforma gradualmente, revelando como contextos políticos e sociais podem corroer vínculos afetivos e expor preconceitos. A montagem convida o público à reflexão sobre até que ponto fatores externos moldam — ou justificam — convicções individuais.
Com classificação indicativa de 14 anos, “Destinatário Desconhecido” aposta em uma linguagem que transita entre o dramático e o épico, incorporando elementos do teatro contemporâneo, como o metateatro, para aproximar fatos históricos de questões urgentes da atualidade. A proposta cenográfica se destaca ao dividir palco e plateia em dois espaços que não se veem, apenas se escutam, levando o público a escolher qual lado da narrativa assistir e qual apenas ouvir.
Figurinos e adereços acompanham a transformação dos personagens ao longo da trama, enquanto a trilha sonora executada ao vivo comenta os acontecimentos em cena, reforçando o caráter épico e reflexivo da encenação.
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