Eisai e Biogen preveem chegada de novo tratamento para Alzheimer ao Brasil
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O câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens brasileiros, representando cerca de 29% de todos os diagnósticos de câncer masculino, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). A estimativa é que mais de 70 mil novos casos sejam registrados no país em 2025. Apesar da alta incidência, quando identificado precocemente, o índice de cura ultrapassa 90%, reforçando a importância da prevenção e do rastreamento regular. “Manter os exames em dia é fundamental para detectar alterações na próstata antes mesmo do surgimento de sintomas”, explica o urologista do Itaigara Memorial, Dr. Cássio Pugas.
O especialista destaca que, a partir dos 50 anos — ou dos 45, no caso de homens com histórico familiar da doença —, é recomendado realizar consultas periódicas e exames como o PSA (Antígeno Prostático Específico) e o toque retal.
Nos estágios iniciais, o câncer de próstata costuma ser assintomático. Em fases mais avançadas, entretanto, podem surgir sinais como dificuldade para urinar, jato urinário fraco, aumento da frequência noturna, dor óssea, presença de sangue na urina ou no sêmen e, em alguns casos, disfunção erétil. Quando o diagnóstico é tardio, a doença pode se espalhar para outros órgãos, comprometendo a qualidade de vida.
Diagnóstico: exames complementares são essenciais
De acordo com o Dr. Cássio, os exames de rastreamento devem ser vistos como complementares. O PSA mede a concentração de uma proteína produzida pela próstata no sangue, e níveis elevados podem indicar alterações benignas ou malignas. Já o toque retal permite avaliar tamanho, consistência e presença de nódulos na glândula. “O ideal é que ambos os métodos sejam utilizados em conjunto, pois aumentam a precisão do diagnóstico”, ressalta o urologista.
Tratamentos e avanços
Um dos principais receios dos homens ainda é a associação equivocada entre o câncer de próstata e a impotência sexual — um tabu que afasta muitos da prevenção. O médico esclarece que a disfunção erétil não está ligada ao câncer em si, mas pode ocorrer em decorrência de alguns tratamentos. “Cirurgias e radioterapias podem comprometer os nervos da ereção, mas os avanços tecnológicos, como a cirurgia robótica, reduziram bastante esse risco”, explica o especialista.
Fatores de risco e estilo de vida
Entre os principais fatores de risco estão a idade, o histórico familiar e os hábitos de vida. Em uma sociedade em que muitos homens ainda negligenciam o autocuidado, a campanha do Novembro Azul é fundamental não apenas para prevenir e tratar o câncer de próstata, mas também para promover uma mudança de comportamento em relação à saúde masculina. “Muitos homens procuram o urologista pela primeira vez durante o Novembro Azul e, a partir daí, desenvolvem a consciência de que, quando se trata de saúde, é melhor prevenir do que remediar”, afirma Dr. Cássio.
Confira alguns hábitos que ajudam a prevenir o câncer de próstata
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