Brasil já reúne 4,5 milhões de empreendedores da Economia Prateada
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil O Brasil conta atualmente com 4,5 milhões de empreendedores com mais de 60 anos, público que integra a chamada Economia Pratead...
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil
O Ministério do Planejamento e Orçamento confirmou nesta quarta-feira (10) que o salário mínimo nacional será reajustado para R$ 1.621 em 2026. O valor representa um aumento de R$ 103 em relação aos atuais R$ 1.518, o equivalente a 6,79%.
O novo piso salarial passa a vigorar em 1º de janeiro, com impacto no pagamento referente ao mês de fevereiro.
A confirmação ocorre após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que registrou alta de 0,03% em novembro e acumula 4,18% nos últimos 12 meses — dado que compõe a fórmula de cálculo do reajuste anual.
A regra atual prevê dois componentes para o reajuste:
reposição da inflação, medida pelo INPC acumulado até novembro (4,18%);
crescimento real, baseado no PIB de dois anos antes.
O PIB de 2024 foi revisado pelo IBGE, apontando expansão de 3,4%. Entretanto, o arcabouço fiscal limita o ganho real a um intervalo entre 0,6% e 2,5%. Com esse teto, o salário mínimo para 2026 ficou definido em R$ 1.620,99, arredondado para R$ 1.621, conforme previsto em lei.
Com o novo valor ficando abaixo da estimativa de R$ 1.627 prevista na LDO de 2026, o governo precisará revisar suas projeções orçamentárias para o próximo ano.
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