Primeira UCSAL Run terá provas de 3 e 5 km e percurso infantil em Pituaçu
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Fotos: Reuters e Reprodução/TV Globo
O Brasil já entrou para a história dos Jogos Olímpicos de Inverno de Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026 antes mesmo do encerramento oficial da competição, que acontece no norte da Itália. Além da inédita medalha de ouro conquistada por Lucas Pinheiro no esqui alpino, a delegação brasileira também chamou atenção na cerimônia de abertura, realizada no último dia 6, com um uniforme que rapidamente viralizou nas redes sociais e agora será eternizado no Museu Olímpico, em Lausanne, na Suíça.
Em evento realizado na Casa Brasil, em Milão, o Comitê Olímpico do Brasil oficializou a doação do casaco usado na cerimônia ao Comitê Olímpico Internacional, representado por Julien Debove. Produzido pela grife francesa Moncler, o modelo puffer traz como destaque uma grande bandeira do Brasil estampada na parte interna da jaqueta. “É uma grande honra receber o uniforme brasileiro da cerimônia de abertura. É um dos objetos mais icônicos desses Jogos de Inverno. Estamos orgulhosos da relação que temos com o Brasil”, afirmou o dirigente suíço.
Presidente do COB, Marco La Porta destacou a importância simbólica do gesto e a repercussão da participação brasileira. “É muito emocionante, é um marco significativo. Teremos mais uma peça do esporte brasileiro exposta no Museu Olímpico. Isso mostra que o Brasil é protagonista destes Jogos de Inverno. Essa peça viralizou, impactou e levantou o estádio na abertura”, declarou.
A edição marca um momento histórico para o Time Brasil. Além do ouro de Lucas Pinheiro — a primeira medalha olímpica de inverno do país — o Brasil alcançou seu maior número de atletas entre os 20 melhores em provas individuais. Nicole Silveira terminou em 11º lugar no skeleton, enquanto Pat Burgener e Augustinho Teixeira conquistaram a 14ª e a 19ª posições no snowboard halfpipe, respectivamente.
Para Marco La Porta, um dos momentos mais marcantes foi ver Lucas, filho de mãe brasileira e pai norueguês, cantar o Hino Nacional no alto do pódio. “Ficamos felizes não só pela medalha, mas pela inspiração. Já recebi mensagens de mães perguntando como o filho faz para praticar esportes de inverno”, contou. Entre conquistas esportivas e reconhecimento internacional, Milão-Cortina 2026 já se consolida como a edição mais emblemática da história do Brasil nos Jogos de Inverno.
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