Juarez Paraíso ganha mural monumental nas Sete Portas em homenagem aos seus 92 anos
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Músico paulista se apresenta em Santo Amaro e Salvador sob regência de Carlos Prazeres; concerto de domingo terá entrada gratuita
Foto: Divulgação / OSBA
Mais de duas décadas depois de vencer o Concurso de Jovens Solistas promovido pela Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), o pianista Leonardo Hilsdorf volta a dividir o palco com a formação baiana. O músico será solista em dois concertos sob regência de Carlos Prazeres: nesta sexta-feira (21), às 19h30, no Teatro Dona Canô, em Santo Amaro, e no domingo (23), às 11h, no Santuário Nossa Senhora de Fátima, no Colégio Antônio Vieira, em Salvador.
Nas duas apresentações, Hilsdorf interpretará a “Rapsódia sobre um tema de Paganini, Op. 43”, de Sergei Rachmaninoff. O repertório também reúne a “Suite nº 1” de “El Sombrero de tres picos”, de Manuel de Falla — incluída na programação que celebra os 150 anos de nascimento do compositor espanhol —, e as “Bachianas Brasileiras nº 8”, de Heitor Villa-Lobos. Em Santo Amaro, o concerto integra o projeto OSBA na Estrada, com ingressos a R$ 30 e R$ 15. Já a apresentação em Salvador terá entrada gratuita, sujeita à lotação, com acesso ao espaço a partir das 10h30.
A ligação de Hilsdorf com a OSBA antecede sua trajetória por salas como Concertgebouw, em Amsterdã, Maison de la Radio, em Paris, Beethoven-Haus, em Bonn, Bozar e Flagey, em Bruxelas, além da Sala São Paulo e do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. O pianista foi solista residente durante dois anos na Chapelle Musicale Reine Elisabeth, na Bélgica, onde trabalhou com Maria João Pires, sua mentora, e recebeu da Revista CONCERTO o título de Jovem Talento do Ano em 2016.
Atualmente dedicado também à gravação da obra completa para piano do compositor e maestro paraibano José Siqueira, Hilsdorf retorna à Bahia defendendo a aproximação entre a música sinfônica e diferentes públicos. “A verdade é que uma orquestra sinfônica, ainda mais uma orquestra sinfônica pública, trabalha para servir às pessoas, às comunidades”, afirma o pianista.
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