Minha vida com Epilepsia: minha jornada entre o jornalismo e o Ativismo
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Por Verônica Villas Bôas, publisher da Revista Let's Go Bahia
O fim do ano carrega em si um ritual silencioso, quase mágico. É como se a vida nos desse uma pausa para respirar, um momento de olhar para trás e compreender os passos que nos trouxeram até aqui. Cada erro, cada acerto, cada sorriso e lágrima formam o mosaico do que somos. E então, quando o relógio anuncia a meia-noite do último dia, o ciclo se renova. O velho dá lugar ao novo, e o coração – teimoso e esperançoso – insiste em acreditar que, desta vez, tudo será diferente.
Recomeçar é uma arte. É aceitar que o passado está lá, fixo como uma pintura já finalizada, mas entender que o futuro ainda é uma tela em branco. O início de um ano novo é como abrir um caderno com páginas virgens, cheirando a possibilidades. É a chance de tomar a caneta da vida em mãos e ousar escrever novos capítulos, diferentes daqueles que já conhecemos de cor.
Planejar o próximo ano, sonhar com o que queremos ser, é um ato de coragem. Sonhar é declarar ao universo que acreditamos na força do amanhã. E sonhos, esses pequenos brilhos no horizonte, são as faíscas que nos mantêm vivos. Eles não precisam ser grandiosos ou perfeitos; precisam apenas ser nossos.
Os ciclos da vida nos ensinam que não há fim sem recomeço, nem queda sem a chance de se levantar. Recomeçar é entender que a vida não é um livro de capítulos fechados, mas um romance inacabado, onde cada página é uma nova oportunidade de ser mais autêntico, mais feliz, mais você.
E, por mais que os anos se acumulem, sempre teremos a chance de mudar o rumo da história. Basta a coragem de virar a página.
“A vida é um eterno recomeço. E cada novo ano é como um caderno em branco, onde os sonhos se transformam em palavras e as palavras têm o poder de mudar o mundo – começando pelo seu.”
Por Verônica Villas Bôas
Publisher da Let’s Go Bahia
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