ABRH promove evento online com insights do SXSW sobre o futuro do trabalho
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Imagem: Arte Let's Go Bahia
Muito antes do chocolate, o ovo já era um dos símbolos mais antigos da humanidade.
Civilizações antigas, como os persas e egípcios, já trocavam ovos entre si na chegada da primavera, como um ritual simbólico de celebração da vida, do renascimento e dos novos ciclos que se iniciavam.
Com o tempo, esse símbolo foi incorporado à tradição cristã, passando a representar a ressurreição, a vida que vence, que renasce, que se transforma.
Há, inclusive, uma leitura simbólica ainda mais profunda.
O ovo, fechado e aparentemente inerte, guarda dentro de si a vida.
Assim como o túmulo.
De fora, silêncio.
De dentro, transformação.
E então, o rompimento.
A vida que emerge.
A vida que vence.
O ovo, assim, torna-se uma metáfora sensível da própria ressurreição, não como fim, mas como passagem.
É promessa.
É transformação.
É recomeço.
Assim como a própria Páscoa.
Mais do que uma data, a Páscoa nos convida a pausar, refletir e reconhecer que sempre há a possibilidade de um novo ciclo, mais consciente, mais verdadeiro e mais alinhado com quem nos tornamos.
Que este domingo de Páscoa seja doce, leve e cheio de significado.
Com muitos ovos de chocolate, mas, sobretudo, com renovação, esperança e novos começos.
Feliz Páscoa. ✨
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